Clube de Leitores de Augusto Cury

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A ideosfera

A ideosfera não considerada como sendo um espaço físico, mas se encontrando “no interior das mentes” de todos os seres humanos. Também é aceite que a internet, os livros e outras mídias podem ser consideradas como parte da ideosfera.
De acordo com o filósofo japonês Yasuhiko Kimura, no momento actual a ideosfera estaria na forma de uma "ideosfera concêntrica”, com as idéias sendo geradas por algumas poucas pessoas e as demais unicamente recebendo e aceitando-as por serem provindas daquelas “autoridades externas”. Kimura defende a criação de uma “ideosfera omnicêntrica” (omnicentric ideosphere), na qual todos os indivíduos participem de forma efectiva, criando novas idéias e interagindo entre si na condição de “auto-autoridades” (self-authorities).

A MATRIZ MENTAL NO MUNDO



Actuando num clima de instabilidade/complexidade/incerteza, os líderes são forçados a trabalhar num quadro mental diferente daquele que os estados de estabilidade, coerência e coesão requerem.

No mundo actual, as organizações de excelência funcionam num estado de instabilidade dita limitada. Esta instabilidade é agora uma propriedade fundamental dos sistemas de negócios e governação bem sucedidos. Ela é condição-chave para provocar a inovação, ou seja, a procura de ordem a partir do caos.

Foi já em 1992 que o conhecido autor Ralph Stacey escreveu que a ciência da complexidade dos sistemas dinâmicos proporciona um modelo mental totalmente diferente para interpretar o comportamento de negócios e projectar acções de gestão inovadoras (in Managing Chaos).

O mundo dos negócios mas também da governação política é cada vez mais ditado por um feedback interactivo contínuo (semelhante ao dos jogos competitivos verdadeiros), com muitos aspectos instáveis.

Neste tipo de cenários caóticos, os líderes não podem confundir êxito com simples estabilidade (esta é sempre temporária e pode ser enganadora). A governação é feita cada vez mais à vista desarmada mas apoiada com o máximo de dados e informações provenientes de diversos lados. E, assim, "procurarão interagir criativamente com as outras pessoas que constituem a envolvente do seu negócio" (Stacey), isto é, colegas, trabalhadores da empresa, parceiros de negócio, clientes, fornecedores, consumidores finais, entidades públicas diversas, etc.).

Assim, diz Stacey, "adoptar uma perspectiva de sistemas dinâmicos leva a uma resposta diferente (do equilíbrio estável próprio de épocas anteriores). (...) que reconhece a importância da contradição e da tensão criativa".

A aprendizagem torna-se então numa necessidade imperativa. Os gestores têm de abandonar velhas crenças, procedimentos e talvez modelos mentais já esgotados. A aprendizagem de um novo modelo mental é complexa, pode ser entendida como algo ameaçador, é geradora de ansiedade e toca, por vezes, em características pessoais profundas.

OS FEITICEIROS DA ESPIRAL

Da formação de um líder devem hoje constar conhecimentos cruciais sobre os diferentes tipos de mentes com os quais trabalha. As pessoas possuem sistemas de ideias, crenças e valores que podem ser profundamente diferentes de indivíduo para indivíduo mesmo que mergulhados na mesma cultura e na mesma sociedade.

A diferença encontra-se nos "estádios distintos de desenvolvimento da consciência" os quais fazem com que uma pessoa possa estar num patamar de desenvolvimento totalmente diferente até do da sua esposa fazendo com que subtilmente (ou de forma mais vigorosa) ocorram conflitos, incompreensões e desentendimentos, muitas vezes reclamados como "tu não entendes o que eu quero dizer", na verdade significando que "tu não entendes a minha mente e o que eu PENSO sobre aquilo que, afinal, nos separa"!

É algo mais profundo do que acontece com as vulgares "diferenças de opinião" ou "níveis de cultura e saber". Tem a ver muito mais com a "consciência profunda" onde se alojam a visão do mundo, os sistemas particulares de valores, o nível de existência psicológica e as estruturas de ideias e formas de pensar proprias de cada sujeito.

Baseados no trabalho pioneiro de Clare Graves, Beck e Cowan propuseram um modelo de desenvolvimento humano que, devido à sua configu-ração, recebeu o nome de Dinâmica da Espiral. Este modelo tem sido validado e não refutado por diferentes pesquisas. Segundo este modelo, o ser humano nasce no estádio 1 e pode evoluir até ao estádio 9 dependendo essa evolução de múltiplos factores psicológicos, culturais e sociais. Escreveu Graves: “é um processo espiralado, emergente, oscilante, marcado por uma progressiva subordinação de sistemas de comportamento mais antigos e de ordem inferior a sistemas mais recentes, de ordem superior, que ocorre à medida que os problemas existenciais de um indivíduo se alteram“.

A existência humana, segundo Graves, contem numerosos, provavelmente infinitos, modos de ser, enraizados precisamente nos imensos potenciais do cérebro hierarquicamente estruturado da humanidade. Mas a dinâmica humana faz com que diferentes indivíduos estejam a viver em diferentes níveis de percepção, visões do mundo e estilos de vida. Num mesmo país, numa mesma rua, encontramos indivíduos cujo estádio de desenvolvimento se distingue dos seus vizinhos, se bem que a tendência seja para se agruparem em função da partilha dos mesmos sistemas de crenças, valores e níveis de existência.

Assim, cada um dos sucessivos estádios, ondas ou níveis de existência é uma condição pela qual as pessoas passam no seu percurso rumo a estádios de existência distintos, com psicologias próprias e ajustadas a cada nível: sentimentos, motivações, ética e valores, bioquímica, grau de activação neurológica, sistema de aprendizagem, sistemas de crenças, conceito de saúde mental, conceitos e preferências relativamente a negócios, educação, economia e teoria e prática políticas (Graves,1984).

Beck e Cowan desenvolveram então o conceito de vMEME tendo como ponto de partida o termo “meme” proposto por Mihaly Csikszentmihaly em 1993. Um vMEME é um meta-meme, isto é, um princípio organizador da existência humana que actua nas nossas mentes através de crenças, estilos de vida, tendências de linguagem, normas culturais, formas de arte, expressões religiosas, modelos económicos, etc. Os vMEME codificam instruções para as nossas perspectivas do mundo, as suposições de como tudo funciona e a fundamentação lógica para as decisões que tomamos. Os vMEME representam as influências ambientais (culturais, sociais, educacionais, etc) que moldam não apenas as nossas mentes como as próprias células do cérebro. Eles circulam profundamente nos sistemas humanos e pulsam no centro das escolhas e da inteligência de cada indivíduo. São um produto da interacção do equipamento nos nossos sistemas nervosos com o ambiente e as condições de existência (onde se destacam o tempo, o lugar, os desafios e as circunstâncias) que enfrentamos.

Os vMEMES actuam a três níveis distintos: indivíduos (modelando as suas vidas e os seus valores, da sobrevivência mais básica no aldeão global até ao mais inacessível pensador); as organizações (determinando o seu sucesso ou o seu fracasso no mercado competitivo); e as sociedades (locais ou nacionais) que seguem modelos de existência dependentes de vMEMES com diferentes sentidos (democrático, conservador, etc).

O modelo da Dinâmica da Espiral foi já testado em mais de 50 mil pessoas de todo o mundo e mantem-se válido. Ele apresenta-se, graficamente, com este aspecto:


Baseados no trabalho pioneiro de Clare Graves, Beck e Cowan propuseram um modelo de desenvolvimento humano que, devido à sua configuração, recebeu o nome de Dinâmica da Espiral. Este modelo tem sido validado e não refutado por diferentes pesquisas. Segundo este modelo, o ser humano nasce no estádio 1 e pode evoluir até ao estádio 9 dependendo essa evolução de múltiplos factores psicológicos, culturais e sociais. Escreveu Graves: “é um processo espiralado, emergente, oscilante, marcado por uma progressiva subordinação de sistemas de comportamento mais antigos e de ordem inferior a sistemas mais recentes, de ordem superior, que ocorre à medida que os problemas existenciais de um indivíduo se alteram“.

A existência humana, segundo Graves, contem numerosos, provavelmente infinitos, modos de ser, enraizados precisamente nos imensos potenciais do cérebro hierarquicamente estruturado da humanidade. Mas a dinâmica humana faz com que diferentes indivíduos estejam a viver em diferentes níveis de percepção, visões do mundo e estilos de vida. Num mesmo país, numa mesma rua, encontramos indivíduos cujo estádio de desenvolvimento se distingue dos seus vizinhos, se bem que a tendência seja para se agruparem em função da partilha dos mesmos sistemas de crenças, valores e níveis de existência.

Assim, cada um dos sucessivos estádios, ondas ou níveis de existência é uma condição pela qual as pessoas passam no seu percurso rumo a estádios de existência distintos, com psicologias próprias e ajustadas a cada nível: sentimentos, motivações, ética e valores, bioquímica, grau de activação neurológica, sistema de aprendizagem, sistemas de crenças, conceito de saúde mental, conceitos e preferências relativamente a negócios, educação, economia e teoria e prática políticas (Graves,1984).

Beck e Cowan desenvolveram então o conceito de vMEME tendo como ponto de partida o termo “meme” proposto por Mihaly Csikszentmihaly em 1993. Um vMEME é um meta-meme, isto é, um princípio organizador da existência humana que actua nas nossas mentes através de crenças, estilos de vida, tendências de linguagem, normas culturais, formas de arte, expressões religiosas, modelos económicos, etc. Os vMEME codificam instruções para as nossas perspectivas do mundo, as suposições de como tudo funciona e a fundamentação lógica para as decisões que tomamos. Os vMEME representam as influências ambientais (culturais, sociais, educacionais, etc) que moldam não apenas as nossas mentes como as próprias células do cérebro. Eles circulam profundamente nos sistemas humanos e pulsam no centro das escolhas e da inteligência de cada indivíduo. São um produto da interacção do equipamento nos nossos sistemas nervosos com o ambiente e as condições de existência (onde se destacam o tempo, o lugar, os desafios e as circunstâncias) que enfrentamos.

Os vMEMES actuam a três níveis distintos: indivíduos (modelando as suas vidas e os seus valores, da sobrevivência mais básica no aldeão global até ao mais inacessível pensador); as organizações (determinando o seu sucesso ou o seu fracasso no mercado competitivo); e as sociedades (locais ou nacionais) que seguem modelos de existência dependentes de vMEMES com diferentes sentidos (democrático, conservador, etc).

Wilber divide a espiral em dois grandes estádios: o primeiro contempla os níveis mais inferiores de desenvolvimento psicológico e onde se situa a maioria da população mundial (das nações, dos governos, das empresas); o segundo abrange os níveis mais evoluídos e contempla um número mais restricto mas psicologicamente e culturalmente poderoso.

São nove os níveis de evolução humana propostos por Ken Wilber com base no modelo inicial de Graves e conforme a predominância dos vários vMEMES:

Nível 1 (prevalece o instinto de sobrevivência, a prioridade é dada aos alimentos, ao calor, ao sexo e à segurança). Encontra-se ainda, segundo Wilber, em 0,1% da população adulta mas também se observa em todos os bebés recém-nascidos, nos sem-abrigo, nas massas de população faminta do Sudão e de outras regiões inóspitas.

Nível 2 (predomina o pensamento animista). Estão neste estádio cerca de 10% da população e pode ser encontrado nos gangs, nas “tribos” corporativas, nas populações devotadas a rituais mágicos, pactos de sangue, crenças e superstições étnicas de cariz mágico.

Nível 3 (mentalidade feudal). Encontram-se neste nível cerca de 20% da população adulta mundial e 5% do poder está nas suas mãos. Pertencem a este nível reinos feudais da Ásia muçulmana, líderes de gangs, juventude rebelde, crianças entre os 2 e os 3 anos de idade e mentalidades de fronteira (lutam sobretudo pela posse de territórios).

Nível 4 (mentalidade conservadora e corporativa). 40% da população adulta mundial vive neste nível de existência e detem 30% do poder. São exemplos a América puritana, a antiga China confucionista, o judaísmo hassídico, o fundamentalismo religioso cristão e islâmico, grupos como o Exército da Salvação, os escuteiros e ideias como o patriotismo, organizações corporativas, ordens (Malta, Maçonaria, etc).

Nível 5 (mentalidade racional-materialista). Encontra-se em 30% da população que detem 50% do poder actual. Indivíduos e sociedades altamente orientadas para os resultados: Wall Street, classes médias emergentes no mundo ocientalizado, colonialismo, indústria da moda, etc.

Nível 6 (ecológico e comunitário). Neste nível vivem cerca de 10% da população que detem 15% do poder. Sensíveis ao equilíbrio ecológico, contra as hierarquias estabelecidas, as pessoas que estão neste estádio são fortemente pluralistas, defendem o multiculturalismo e a igualdade. Encontram-se nos movimentos ecologistas, no idealismo holandês, nas organizações não-governamentais como os Médicos Sem Fronteiras, nos partidos “os verdes” da Europa, etc.

Nível 7 (integrador). Um por cento da população, com cinco por cento de poder situam-se neste nível. Defendem um mundo sem fronteiras, igualitário, transcendente, solidário. A flexibilidade, a espontaneidade e a funcionalidade têm prioridade máxima. Exemplos: a Teoria do Caos, a “nova física” de Fred Allan Wolf, ensinamentos de Deepak Chopra.

Nível 8 (holístico, visão global). Apenas 0,1% da população está neste estádio e detem 1% do poder. Crença principal: o mundo é um único organismo dinâmico, com a sua própria mente colectiva. Exemplos: o conceito de “aldeia global” de McLuhan, as ideias de Gandhi de harmonia pluralista, os ensinamentos do filósofo Ken Wilber, a “hipótese Gaia” de James Lavelock e a “noosfera” de Pierre Teilhard de Chardin.

O mais brilhante filósofo da actualidade - Ken Wilber - cujos ensinamentos são um exemplo do nível 8 defende um próximo estádio, o 9º:

Nível 9: (integral e holónico). Estará lentamente a emergir em alguns (poucos) núcleos. Wilber, em A Theory of Everything defende uma nova humanidade que altere radicalmente velhos paradigmas e conflitos despertando nos indivíduos o aproveitamento integral das potencialidades humanas. O núcleo central deste “movimento para cima” situa-se no Instituto Integral (Estados Unidos) e tem atraido personalidades e investigadores de distintas disciplinas tais como David Chalmers, Howard Gardner (teorizador das Inteligências Múltiplas), John Searle (conhecido estudioso do fenómeno da consciência), o físico Ervin Lasszlo, o biólogo Francisco Varela (entretanto falecido), Larry Dossey, etc.

Na chamada consciência de segunda camada (isto é, aquela que surge a partir do "estádio integrador", níveis 8 e 9) estão poucas pessoas "porque constitui, no presente momento, a linha da frente da evolução humana colectiva". São estes que estarão a mudar o mundo.
Os novos líderes, a quem os investigadores Don E Beck e Christopher C Cowan chamam de Feiticeiros da Espiral, devem seguir 5 princípios:

- reconhecer as forças mentais que existem "na cabeça" das pessoas que lideram;
- incorporar um estilo universal de liderança C-A-A (cortesia, abertura mental e autocracia positiva);
- exercer as opções de intervenção apropriada nas situações;
- seguir as seis "Regras do Polegar" (oportunamente desenvolverei esta ideia);
- activar o pensamento de segundo nível (estágio integrador e seguintes) para incidir na liderança.

Actualmente e porque os líderes do velho sistema (a sociedade conotada com a "2ª onda" de Alvin Tofler) ainda são a grande maioria, repartem-se por distintos estilos de liderança. São eles: o comunitário/tribal; o racional/económico; o moralista/prescritivo; e, o explorador/egocêntrico.

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Raquel de Andrade Vieira Alves

Mensagem ao Mestre Augusto Cury

Prezado,
Escrevo apenas para elogiar as teses do mestre Augusto Cury e seu centro de estudos. Não sou estudante de psicologia, mas, ao contrário, sou apenas uma advogada que lê atentamente os seus livros e tenho encontrado muitas explicações em suas teorias, principalmente, a da inteligência multifocal. De fato, vivemos em uma sociedade doente que está gerando crianças doentes e, por aí vai, como num ciclo, sem que as pessoas e, pior, o poder público se dêem conta disso. Quase não se investe em… Continuar

Postado por Raquel de Andrade Vieira Alves em 2 fevereiro 2010 às 17:01

rebeca hanelle da silva souza

''DESISTIR DA VIDA NUNCA''

''A nós que somos pessoas saudaveis fisicamente,nunca estamos felizes totalmente,sempre falta alguma coisa.Porque isso?,se ao olharmo ao nosso redor,vemos pessoas que nem sempre são saudaveis por fora são capazes de fazer milhares de coisas ao mesmo tempo pra fazer valer a pena a cada segundo que é dado de vida a elas,já para aquelles que são saudaveis isso se torna impossível,as vezes ao longa de nossa caminhada nos deixamos abater por coisas fúteis, e quando nos damos conta,já na altura do cam… Continuar

Postado por rebeca hanelle da silva souza em 1 fevereiro 2010 às 22:14 ‚Äî 2 Comentários

Diocelio Xavier Rocha

Esmagados pelas Circunstâncias


Aos poucos, seu brilho, que se tornara fosco, com o passar do tempo, desaparecia lentamente. Seus olhos, que antes eram ávidos pela vida, perderam o refulgente esplendor e fecharam-se tal qual a cortina daquele velho teatro após um espetáculo. Pele envelhecida, violentada pelo desgosto. Incapaz de soerguer e r… Continuar

Postado por Diocelio Xavier Rocha em 28 janeiro 2010 às 20:28

wanda basso pastela dos santos

terapia

Boa Noite

Gostaria de saber se tem como montar um grupo de terapia, para a cidade de Guararema.

Abraços

Postado por wanda basso pastela dos santos em 28 janeiro 2010 às 19:56

Vitória Maria Dantas Peixoto

Olá Márcio, que bom quando conseguimos superar nossos problemas,não é verdade?; Eu também sou uma ad…

Olá Márcio, que bom quando conseguimos superar nossos problemas,não é verdade?; Eu também sou uma admiradora
desse excelente autor, pois estava com alguns problemas de família quando comecei a ler O FUTURO DA HUMANIDADE
senti mais tranquilidade e me ajudou bastante. Boa sorte.

Um abraço,
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Recife. Continuar

Postado por Vitória Maria Dantas Peixoto em 27 janeiro 2010 às 12:00

Mangela castro

RECOMEÇAR...ANJOS PERDIDOS



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Postado por Mangela castro em 27 janeiro 2010 às 11:17

cleide maria sandoval

gosto muito de ler Augusto Cury

Ja li alguns livros de Augusto Cury e gostei muito e tenho outros na lista para o proximo ano

Postado por cleide maria sandoval em 20 janeiro 2010 às 19:30 ‚Äî 1 Comentário

Simone Drumond

Livros para baixar sobre INCLUSÃO

Estava passeando pela NET e baixei este livro do blog da Andreza S. F. de Melo. Já li e estou indicando a vocês. O autor é um dos meus favoritos Augusto Cury.
Abraços! http://simonehelendrumond.ning.com



Sinopse
Na atualidade os jovens desta nova geração querem tudo m… Continuar

Postado por Simone Drumond em 19 janeiro 2010 às 1:14

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Sinopse:
Todos temos a capacidade de ser felizes. Não importa o dinheiro que tenhamos, o tipo de trabalho nem o lugar onde vivemos. Quaisquer que sejam as circunstâncias presentes temos em nós mesmos não só o poder de sermos felizes, mas também o poder de experimentarmos uma grande felicidade. A felicidade não é apenas livrarmo-nos da depressão e da dor, mas também consiste numa sensação de alegria, contentamento e maravilhoso assombro perante a vida Tal não significa que seja possível, nem sequer desejável, viver em êxtase contínuo. Há momentos em que as nossas vidas são afectadas por tragédias e perdas pessoais. No entanto há diversas formas de fazer frente a tais experiências e com muita frequência podemos transformar os obstáculos e as adversidades da vida em triunfos. O autor revela-nos os segredos mais bem guardados da felicidade:
- Atitude: enfrente a vida e os problemas com confiança e optimismo.
- Auto-imagem: olhe para si mesmo de modo positivo e acredite que se pode tornar numa pessoa melhor.
- Humor: enfrente a vida com um sorriso nos lábios.
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- Dádiva: dê aos outros e aprenda a receber o que os outros lhe dão.

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Uma pessoa inteligente é a pessoa dotada de uma personalidade completa. Um dilema se coloca, porém, ao ser humano: é que o facto de saber que tem inteligência pode tornar-se na sua glória ou na sua agonia. Tudo depende do uso que fizer dela. A inteligência não é garantia de Sabedoria, Felicidade, Competência, Discernimento e Talento. A inteligência é uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições. A inteligência tem de ser cultivada.

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